O rei Abdullah II, da Jordânia, acusou a expansão israelense na Cisjordânia ocupada de integrar uma estratégia de deslocamento forçado da população palestina. Segundo o monarca, as incursões de colonos israelenses deveriam ser consideradas um crime de guerra.
A declaração foi divulgada pela Al Jazeera nesta terça-feira (22). O conteúdo associa a expansão dos assentamentos e as incursões de colonos à retirada forçada de palestinos, mas não informa em que ocasião ou local o rei fez a afirmação.

