O Brasil deve encerrar esta quarta-feira (4) com a maior taxa real de juros do mundo, segundo monitoramento das consultorias MoneYou e Lev Intelligence. A liderança seria mantida mesmo se o Comitê de Política Monetária (Copom) decidisse reduzir a Selic, atualmente em 13,75% ao ano.

O cálculo considera a taxa “a mercado”, referência para os juros praticados em uma operação real, e a inflação projetada para os 12 meses seguintes. Até a publicação do levantamento, o mercado estava dividido entre a manutenção da taxa básica e um corte de 0,25 ponto percentual.

Três cenários para a Selic

Se o Copom reduzisse a Selic em 0,25 ponto percentual, a taxa real brasileira ficaria em 9,05%. Nesse cenário, a Turquia apareceria em segundo lugar, com 7,77%, seguida por Argentina, com 6,8%, Rússia, com 6,57%, e Colômbia, com 4,05%.

Caso a taxa fosse mantida em 13,75%, o Brasil teria juros reais de 9,49%, de acordo com o estudo. A manutenção era a previsão majoritária do mercado antes do anúncio.

O país também conservaria o primeiro lugar em um cenário hipotético de corte de 0,5 ponto percentual. Nesse caso, a taxa real chegaria a 8,77%, conforme as projeções das consultorias.

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Sou autora do Ginga Notícias. Sempre fui curiosa e gosto de acompanhar os assuntos que fazem parte das conversas do dia a dia. Aqui, escrevo sobre acontecimentos que chamam a atenção e merecem ser entendidos com um pouco mais de calma, buscando trazer informações de um jeito leve, claro e próximo de quem está lendo.

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